junho 01, 2018

As minhas filhas patinadoras IV

Quando, em 2016, as miúdas nos pediram para praticar patinagem, estava longe de pensar que o meu pobre coração tivesse que passar por tantas provações.
A verdade é que adoro e sempre adorei, desde miúda, este desporto. Sempre segui tudo o que era campeonatos de patinagem no gelo e sou capaz de passar horas seguidas a ver patinagem artística, sem me aborrecer. Diria mesmo que será, porventura, a modalidade mais elegante e bonita de todas as modalidades desportivas, e acho até muito difícil alguém não gostar.
No entanto… ver competições de patinagem com os filhos dos outros é muito bonito e tal, ver competições com os nossos filhos, já não é tão bonito assim. Continuo a ficar uma pilha de nervos, continuo sempre a achar que os júris foram super injustos na pontuação, que deviam todos dar-lhes a nota máxima, etc, etc, ec. Coisas de mãe galinha que acha que as suas filhas são e serão sempre as melhores da sua aldeia. Uma Mãe, portanto.
No passado fim de semana tivemos mais um Torneio.  As miúdas, entretanto, mudaram de escola e esta foi a sua primeira competição já na nova escola. Para a Luisinha foi mesmo o primeiro de sempre, já que o ano passado não foi ao Torneio onde a Sofia participou.
Para os Torneios as meninas treinam muito. Treinam um esquema vezes sem conta para apresentarem aos júris e serem classificadas. Chegado o dia, por melhores que as meninas sejam, existem mil e uma condicionantes que podem ditar o rumo da exibição. Os nervos, os júris, o piso, os próprios patins, o facto de serem ainda muito garotas e não terem ainda grande maturidade para competições, muita coisa pode condicionar. Se elas às vezes nem se apercebem de tudo isto, estão só mesmo nervosas e a desejar não cair, para nós, adultos que as acompanham, a coisa é muito difícil. Eu, por exemplo, sofro horrores. Já aqui escrevi sobre isso e não me canso de repetir que, para mim, toda a e qualquer competição em que as miúdas participem, é uma verdadeira provação. Não é que não confie nos seus talentos, confio e muito. O que se passa é que não suporto senti-las nervosas, inquietas.
Neste último Torneio, por exemplo, os últimos treinos antes da exibição da Sofia, correram muitíssimo mal. De repente e sem nada prever, a Sofia começou a cair muito, quase em todas as figuras que compunham o esquema. Achámos estranho porque até à altura ela fazia tudo muito bem. Resultado, foi para o Torneio muito amedrontada e antes de entrar para a sua prestação estava mesmo muito nervosa.
O Treinador disse-lhe. “Antes de entrares para os piões ou saltos, respira fundo, concentra-te e dá o teu melhor”. E ela assim fez. Embora tenha caído algumas vezes no seu esquema, a verdade é que a exibição correu muit melhor do que aquilo que os treinos anteviam e teve uma pontuação muito boa. Podem ver nesta foto, muito bem apanhada pelo fotógrafo da prova, a carinha dela de pânico antes de fazer os 3 saltos Ritberg, que eram a sequência onde ela tantas vezes caiu no treino. Reparem só na carinha dela J

Já eu… que não sei patinar, que nunca patinei (embora tivesse passado metade de minha infância a pedir uns patins aos meus Pais), estava na bancada cheia de vontade de saltar para o ringue, e fazer eu o esquema por ela, só para não a ver tão nervosa e assustada. Era capaz de ser um espetáculo bonito de se ver, só equiparado às actuações da Mulher Barbada nos Freak Shows da Idade Média.
Com a Luísa foi um pouco diferente. Achei a Luísa seguríssima. É certo que é mais velha e se calhar já controla melhor as suas emoções. Também levava um esquema com um grau de dificuldade menos elevado e eventualmente isso deu-lhe a confiança que faltou à Sofia.
No caso da Luísa as minhas “dores” são outras. Já começou tarde na patinagem, é muito alta e está a praticar um desporto onde se começa muito cedo. Quanto mais cedo melhor.
Assim sendo, a Luisinha, pese embora seja muito elegante a patinar e, na minha opinião, tenha também bastante talento, tem muito medo de cair e como tal arrisca pouco nos treinos. Ora, só caindo e tentando novamente e caindo e tentando novamente é que se aprende. Infelizmente, num desporto que se pratica sobre 4 rodas, não há maneira de fugir a isto e a Luisinha tem ainda muito medo. Tem umas pernas enormes, uma altura pouco vulgar para uma miúda de 12 anos e isso não a tem ajudado muito.
A sua actuação neste Torneio foi, na minha opinião, muito bonita. Parecia segura e acho, inclusive, que ela em contexto de competição consegue “crescer” e sair-se bem. Não obstante, é claro que eu estava um “nervous wreck” a vê-la naquele ringue, porque não quero que ela desista por já ser mais crescida que as outras e não estar ainda ao nível das outras meninas. Não quero que ela desanime e tenho vindo a acompanhá-la nesse sentido, mantendo-me por perto naqueles momentos menos bons.
Em qualquer um dos casos, acho que elas estão a ser excelentemente bem acompanhadas por um treinador daqueles que se encontram raramente. Aqueles treinadores que conseguem aliar um excelente conhecimento e skills técnicas com um lado humano, de apoio, de acompanhamento e carinho que não é usual encontrar. Reparem no fim da actuação da Sofia, como ele, a Sofia e a Treinadora Rita se abraçam. Eu não sei quanto a vocês mas para esta Mãe aquilo foi tudo!! 💓
No caso da Luisinha, antes da sua actuação, o Treinador esteve ali à conversa com ela e eu sei que isso a tranquilizou e lhe deu ânimo para entrar e dar o seu melhor. Para além disso tem acompanhado a nossa “grandona” de forma a que ela consiga vencer alguns medos e tem conseguido puxá-la para fora da sua zona de conforto, obrigando-a a arriscar mais, que, na minha opinião, é exactamente o que ela precisa.
Ás vezes também é duro, mas eu percebo os meios para chegar aos fins e elas também.
E pronto, queria só deixar aqui mais um relato desta saga “As minhas Filhas Patinadoras”. Pode ser que um dia mais tarde elas venham aqui ler e recordar e perceber que isto da patinagem e das competições e da superação é só um ensaio daquilo que é a vida mas “em suave”.
Quanto a mim, sigo no meu estilo “galinha careca cheia de nervos”. Se me perguntarem se eu gosto, eu vou responder , sem hesitar, que não. Não gosto de competições, acho que se esqueceram de me instalar esse chip, sobretudo quando são as minhas filhas que estão a competir e nervosas e com medo. Por mim, a coisa dava-se tudo na base da amizade e do convívio, sem necessidade de haver “juízos”. Mas este cenário, a par dos unicórnios, é já a minha pessoa de 7 anos que insiste em habitar o meu corpo de 46 a imaginar.

Seguem as fotos e os vídeos.














































Actuação da Luisinha 💖
Actuação da Sofia 💖

janeiro 11, 2018

Dia 10 de Janeiro de 2018

Neste dia tão importante a minha Luisinha passou de menina a senhorita 😄
Não tenho idade mental para aguentar este "embate". Vou ter que processar isto.

Isto do "ciclo da vida", no que diz respeito às minhas filhotas, é muito complicado para mim. Não foi há coisa de semanas que esta miúda me nasceu???

janeiro 04, 2018

12 Natais

Em 2006 tirámos a nossa primeira foto de Família junto à árvore de Natal.
Desde esse ano todos os dias 24 de Dezembro, antes de sairmos para a Ceia de Natal, tiramos a foto da praxe.

É absolutamente maravilhoso ver as nossas meninas crescer e esperamos do fundo do coração poder continuar a tirar estas fotos por muitos e bons anos.

É lindo ver a evolução, ano após ano. primeiro uma Família de 3, depois uma Família de 3 + 1 dentro da barriga, no ano seguinte, o feijão que estava dentro da barriga já cá fora e mais recentemente a Família de 4 + a canídea Bali 😊😊.

Tenho um orgulho GIGANTE na nossa Família. É junto destes 4 seres maravilhosos que me sinto feliz. Não posso pedir mais, porque já tenho tudo. Sou muito, muito, muito grata!


Ei! Ei! Ei! Ei!!! Mas que lamechice é esta???
Enganaram-se no blog, ou quê? Tomem lá mas é uma cena à altura aqui da tasca!

Eu sei lá!

FELIZ ANO NOVO, meus pequeninos!!!


setembro 29, 2017

Fomos só ali às Maldivas dar um mergulhinho e já voltámos



Olá meus pequeninos!!
Tenho aqui muita coisinha para vos contar!
Sabem aqueles locais que pensamos: “Eeeepáááá, se um dia falecer e for para o Paraíso, vai ser igual ou muito parecido com isto”. Pronto, eu não faleci mas fui passar uns dias ao Paraíso!
Eu e o Homem completámos este ano 15 anos de casados. Há 15 anos, mais precisamente no dia 21 de Setembro de 2002, estávamos numa capela em Sto Estevão a dizer que sim senhor, queríamos embarcar naquela viagem chamada casamento e que, em princípio, seria para toda a vida. Bom, 15 anos já se passaram, e a coisa mantém-se. Vamos ver o que nos espera, pelo menos, nos próximos 15 anos e depois logo se vê. Para já, e apesar das curvas e contracurvas e dos buracos na estrada, a suspensão da viatura continua com saúde. Arrisco até a dizer que, ao contrário das suspensões dos carros normais, esta nossa vai melhorando com o tempo, o que, meus pequeninos, não é para todos!
Muito bem, para celebrar esta efeméride, o Homem decidiu o quê? Fazer uma surpresa a esta menina que vos escreve e marcar uma viagem ao tal Paraíso na Terra: Maldivas. 
Exatamente 15 anos depois, voltámos ao lugar onde passámos a Lua de Mel! Num hotel diferente, num atol diferente, mas no País mais abençoado que tive a grande sorte de conhecer até hoje.
Portanto, eu devo estar a fazer alguma coisa bem porque uma surpresa destas não calha a todos!  Obrigada, Steve Gouveia! És mesmo o MAIOR! 💓💓💓💓
Bom, queria dizer-vos que foi uma viagem fabulosa, como devem imaginar! Só chegar às Maldivas é logo uma experiência surreal. Quando o avião começa a aterragem e começamos a ver aquele mar cheio de ilhas, um mar com uma cor que não é possível descrever, só vendo mesmo, é logo assim uma coisa do outro mundo. Depois e até chegarmos à ilha na qual iremos ficar hospedados é sempre um crescendo de ansiedade e excitação e antecipação.
Já sendo a nossa segunda visita às Maldivas, já sabíamos mais ou menos o que nos esperava. Lembro-me que a primeira vez que visitámos as Maldivas, eu nem queria acreditar na cor daquele mar, mesmo em Male, que sendo a Capital não se aproxima nada da beleza das ilhas mais afastadas.
Desta vez foi a alegria de voltar, a alegria de poder viver tudo de novo, de poder reviver uma experiência que guardei durante 15 anos como uma das mais bonitas e inesquecíveis.
Uma hora de speedboad depois, chegámos à nossa ilha. Um sol radioso, muito calor mas com uma brisa tão, mas tão agradável que até parecia mentira. Nas minhas mil e uma incursões pelos sites de meteorologia nas semanas anteriores à nossa ida para as Maldivas, estava muito preocupada porque o tempo estava… não muito bom, digamos assim, porque nas Maldivas não há mau tempo. Há tempo menos bom, vá. Tendo a noção de que esta não era a altura melhor para visitar as Maldivas, dado tratar-se da época das chuvas em que a probabilidade de chover é mais alta, (mas, convenhamos, nas Maldivas até a chuva é boa), nós tivemos uma sorte do caraças! A semana que antecedeu a nossa chegada às Maldivas choveu quase toda a semana. Na nossa semana, tivemos 5 minutos de chuva intensa, que deu lugar a um sol ra-di-o-so, como se nem sequer tivesse caído uma gota de água.
Esteve sempre calor (30, 31 graus) e uma brisa maravilhosa que fazia com que estivesse a melhor temperatura do mundo! A sério, uma coisa celestial!
A Ilha era linda! 3 Kms de um pedaço de paraíso na terra. Todo o hotel era muito, muito bonito. A envolvente muito bem cuidada, duas piscinas lindas, 3 bares, dois restaurantes, a recepção e uma série de outros equipamentos e serviços, tudo muito bonito e bem cuidado. Uma curiosidade: o chão, do restaurante, da recepção e dos bares era areia. Aquela areia fininha e branca magnífica que dá vontade de ter lá os pezinhos sempre! Achámos um pormenor delicioso.
Os quartos são fabulosos. Nós reservámos um Beach Bungalow, tal como o fizemos, na nossa lua-de-mel. Porque não um water bungalow, perguntam vocês? E eu digo-vos que não trocaria o beach bungalow por nada! Uma casinha, mesmo dentro da praia, com um alpendre lindo com duas cadeiras e duas espreguiçadeiras, a areia e o mar mesmo ali, palmeiras, coqueiros, sombra, sol, é tudo mesmo o que podemos desejar.
Ainda para mais, quando chegámos, para além de nos terem oferecido um cruzeiro no magnífico veleiro KAMANA, ainda nos fizeram um upgrade para uma Beach Jacuzzi Villa que nos deixou completamente deslumbrados. Esta foi “A” história” da nossa viagem. Deixem-me contar-vos.
Quando fizemos o check-in, a simpática menina que nos atendeu perguntou-nos se não queríamos fazer um cruzeiro no Veleiro Kamana, que consistia numa viagem de veleiro, com visitas a duas ilhas e duas experiências de snorkeling. Jantar na 1ª noite na ilha e dormida no veleiro, que ficaria ao largo da ilha. Tudo isto, oferta do Hotel pela celebração do nosso 15º aniversário de casamento! Refeições e bebidas estariam incluídas, assim como o equipamento de snorkeling. Ou seja, TUDO estava incluído. Para além disto, ainda nos fizeram o tal upgrade do quarto e passram-nos de All Board para All Inclusive, que para quem não está a par das terminologias, dá direito a tudo o que já tínhamos MAIS a hipótese de aviarmos tostas mistas e Coco Locos e Pina Coladas e tudo o que era bebida, à beira da piscina, e na praia, sempre que quiséssemos. Assim grosso modo, é isto. Uma maçada, portanto. 
E perguntam vocês: então, eles oferecem-vos um cruzeiro e se vocês aceitassem ir no cruzeiro ainda vos faziam mais dois upgrades? Pois pensam vocês e pensámos nós também! E olhem que eu confesso que embarquei no KAMANA a cantar aquela música: “Adeus Mãezinha, vou deixaaaaaaar-te”, naquela, de: “Bom, das duas uma ou isto é para tráfico de órgãos e amanhã acordo sem um rim e sem a próstata, ou então tivemos mesmo uma sorte do caraças e isto vai ser muita giro”. E a segunda hipótese foi a vencedora, ou seja, tivemos mesmo uma sorte do KAMANA! E ainda tenho a próstata!
Fizemos o cruzeiro, que nos levou numa viagem fantástica de quase 3 horas até uma pequena ilha deserta, propriedade do dono do hotel onde estávamos hospedados (que deve ser um desgraçado, coitado), almoçámos a bordo e desembarcámos na ilha, pouco depois das 3 da tarde. A equipa que nos levou foi de uma dedicação, simpatia e gentileza quase comovente . Sempre disponíveis, bem dispostos e atentos a tudo o que pudéssemos necessitar. 
Fizemos snorkeling nesta pequena ilha, e depois aproveitámos o sol e o mar que aquele pequeno paraíso no meio do Índico nos oferecia assim tão graciosamente. É, de facto, um País muito, muito abençoado por Deus.
Voltámos ao Veleiro, ao final do dia para banhos e muda de roupa, e deram-nos uma linha com um isco para pescarmos uns peixes para o jantar. A verdade é que nas Maldivas (e esta já tinha sido uma experiência que tínhamos tido quando lá estivemos em lua de Mel) pesca-se quase á mão, de tanto peixe que há. Desta vez, nem eu nem o Homem pescámos nada, mas lembro-me que em 2002, eu pesquei 3 peixes, entre eles uma barracuda! (estou a falar a sério) Mas o casal Libanês e o casal Português que foi connosco nesta aventura, apanharam dois grandes peixes!
Entretanto, parte da tripulação do KAMANA foi para a ilha e pediu-nos que esperássemos no barco enquanto preparavam a ilha para o nosso jantar.
Quando chegou a hora de jantar, lá fomos nós, os 7 casais que embarcaram nesta aventura, num barquinho (dinguy) até à ilha, sob um céu estrelado, como eu não me lembro de ver há muitos, muitos anos. Uma coisa maravilhosa!
Quando desembarcámos na ilha, a surpresa foi total! De repente, à nossa frente incendiou-se um coração gigante na areia e mais à frente estavam postas 7 meses lindas e românticas para os sete casais jantarem. Ficámos todos sem palavras com a dedicação e o carinho que puseram naquela organização e o jantar estava absolutamente delicioso – um buffet com camarão grelhado, carnes variadas e os peixes que pescámos. Sobremesas e bebidas à descrição, completaram o menu daquela noite inesquecível. 
Foi, talvez, das coisas mais românticas que eu e o Homem fizemos até hoje e foi LINDO!!!!
Dormimos a bordo do KAMANA, num quartinho mínimo mas muito lindo e no dia seguinte zarpámos para uma nova ilha, onde nos prometeram que, para além dos lindos peixinhos que já tínhamos visto na primeira excursão de snorkeling, veríamos tartarugas, tubarões e lagostas ☺ E assim foi, assim que metemos a cabeça debaixo de água, é um espectáculo de cor, vida, e surpresa! Conseguimos filmar uma tartaruga de muito pertinho, depois coloco aqui o vídeo, e os peixinhos são maravilhosos, super coloridos e enormes. Aqueles peixes do filme Nemo estão lá todos e em tamanhos XXL. Vimos também  um tubarão e manta rays. Não vimos lagostas, infelizmente. Mas ainda bem, porque senão eu ia ter que trazer algumas, meus amigos. Não se vê assim umas lagostinhas ali a dar sopa e deixamo-las lá ficar, né? Foi melhor assim! Não confiem na Cristininha no que diz respeito a lagostas!

E pronto, regressados à ilha, depois de dois dias maravilhosos, num veleiro supimpa em que até um Chef tínhamos só para nos confecionar as refeições (e olhem que tomar o pequeno almoço a bordo, com o sol a nascer e aquele mar maravilhoso como cenário, é assim qualquer coisa) o resto dos dias foi passado a usufruir da beleza da "nossa" ilha, do sol, do calor, do mar, que é quente como vocês não poderão imaginar, daquele céu e das pessoas muito, mas muito simpáticas que encontrámos lá.
O restaurante do Hotel era maravilhoso e a comida uma mistura de cozinha ocidental e indiana. Muitíssimo variado e delicioso. Tudo realmente delicioso!
O nosso novo quarto era assim uma coisa do outro mundo.Tivemos a grade sorte de ficar num quarto numa parte da ilha em que podíamos assistir ao pôr do sol e só vos digo... é... LINDO!
Os WC, são parcialmente ao ar livre! O duche é cá fora e o jacuzzi também, e só vos digo, tomar um belo duche sob o céu estrelado e sob as palmeiras é uma experiência que nunca vamos esquecer!
Já o jacuzzi, bom, tendo um mar maravilhoso daqueles lá fora, quem é que quer saber de jacuzzi, mas acreditem, é tão, mas tão bom!  Foi realmente um sonho. Valeu bem a pena termos atravessado um quarto do mundo para repetir a experiência Maldivas.
Gostava muito, se entretanto não dermos cabo do nosso Planeta, de voltar. Nunca nos fartamos de lá ir, e estou certa que cada vez que lá formos será sempre uma experiência diferente. As Maldivas são sempre surpreendentes!

Nota: Obrigada Steve! Sabes que não há nada que me faça mais feliz (com excepção das nossas filhas e vá… do brownie da Capricciosa) do que praia. E tu levaste-me para a definição de praia, segundo o meu dicionário. I Love You 💖💓💘

Seguem as fotos, que ilustram tudo isto que vos contei. São muitas, si preparem!!! 

Atenção, podem conter alguma semi nudez mas vocês aguentam! 






O chão de areia




As marcas que os caranguejos e os eremitas deixam na areia












KAMANA

Para quem quer casar de novo!











O quartinho no Veleiro Kamana




































Fairplay é preciso, pronto...vá lá... ok... 

#asonharcomomeuBenficaPentaCampeao